sábado, 31 de dezembro de 2011

Ponte e Praia do Paiva - Pernambuco

Está aí uma excelente sugestão de passeio de bicicleta. Iniciando o percurso pelas ciclovias das praias de Boa Viagem em Recife e Piedade em Jaboatão dos Guararapes, siga pela rodovia que dá acesso à praia do Paiva através da nova e belíssima ponte estaiada do Paiva.

 




Há pedágio para carros (bicicletas não pagam).




 


 Siga pela ciclovia de 7 km da Ponte do Paiva até a Praia de Itapuama.

Praia de Itapuama
Praia de Itapuama.
É uma praia com vasto coqueiral na faixa da areia, com boas ondas.
É muito procurada por surfistas. Há ainda trechos com piscinas naturais, para um banho e para a pescaria .

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O retorno à vida simples pode salvar o planeta e a sua vida



Desfrute as benesses materiais, mas nunca perca de vista as virtudes espirituais, a simplicidade, a gentileza, a gratidão e o amor.



Você vive para as suas posses ou as usa para viver?
Há no senso comum a ideia ilusória de que a identidade de alguém está ligada as suas posses. Para a sociedade, você é o que você pode consumir. Muitas pessoas buscam desenfreadamente os bens materiais no afã de garantir um status, uma posição superior na hierarquia social. Há que se tomar cuidado.

Comportamento ansioso gera desarmonia
Na pressa em chegar logo ao destino, muitos optaram o carro como principal meio de transporte urbano. Deixam de apreciar e desfrutar a viagem. O uso excessivo do carro tem trazido sérios danos à saúde do planeta e no físico e mente das pessoas. Incentivar o uso das bicicletas é uma solução para o estresse no trânsito e na vida das pessoas. Estando no carro, você apenas vê a paisagem. Com bicicleta, você faz parte da paisagem e percebe-a com muito maior satisfação. No carro, você fica preso no trânsito. Com a bicicleta você evita o engarrafamento.Com o uso indiscriminado e excessivo do carro, desrespeitamos nossa própria paz, agredimos o meio ambiente sem querer.

Banir o estado materialista ansioso deve ser uma decisão definitiva.

A ansiedade leva ao consumo exagerado, que gera dívida e desperdício. Tudo o que é rápido e industrializado nos afasta das pessoas, da mesa em família, do prazer de mastigar. De dia, o almoço vira um lanche feito em pé, quase na calçada, ao som de buzinas dos carros. À noite, o jantar é diante das sirenes do plantão policial do programa de TV, quando os helicópteros e as objetivas das câmeras pegam detalhes de acidentes de trânsito e corpos estendidos no asfalto.


Um exemplo para pensar
É no Japão, a primeira cidade slow (lento, em inglês) do mundo Kakegawa. A população de 118 mil habitantes foi convidada a andar a pé, morar em casas de bambu e papel e cultivar o hábito de tomar chá japonês (Fonte: Revista Época). Lá, também se estimula o slow travel, que é um turismo em que se conhece, sem pressa, menos locais e mais a fundo cada um deles.
Não precisamos seguir um exemplo assim ao pé da letra, mas casos assim devem nos fazer refletir.
Talvez uma viagem de bicicleta. Busque informações sobre cicloturismo.


Valorize o simples
Comprando conforto e tempo, perde-se  a oportunidade de fazer com as próprias mãos. Claro, não é preciso voltar a cortar lenha (garanto que a primeira árvore que você derrubar para fazer fogo, vai lhe dar sérias dores de cabeça). Mas é preciso decretar que precisamos de menos coisas para viver e de mais tempo para refletir, sorrir e namorar. A gratificação emocional das coisas simples, como o uso da bicicleta, é mais eficaz contra o estresse e mais barata para o bolso. Substituir o carro pela bicicleta é um bom caminho para simplificar sua vida.

Relação moderna entre pais e filhos
Para pais e filhos, no lugar do tempo e dinheiro gastos com programas mirabolantes, não seria melhor apenas desfrutar um tempo juntos?
Não seria muito mais frutífero para a relação, um passeio de bicicleta entre pais e filhos?
Os lugares públicos como os shoppings estão carregados de impessoalidade. Pais querem comprar para os filhos a diversão que não conseguem conceder a eles de graça.
Quando as crianças sentem que sempre estão em segundo plano, ali está um projeto de adulto que poderá não dar tanto valor à vida. Hoje em dia, não sobra muito tempo para as crianças, que crescem sob o fantasma do “ter que vencer”, “ter de ser melhor”, “ter de ser perfeito”. No lugar do afeto, competição na veia. Isso enche de fendas o solo fértil que é o coraçãozinho de uma criança. É preciso ficar atento à educação que estamos oferecendo aos nossos amados filhos.


Prazer imediato versus simplicidade
Enquanto só se anda para a frente, de olho no relógio e na agenda, perde-se todo o resto o redor, e as coisas importantes ficam para trás. Fazer cada vez mais em menos tempo leva ao abismo das sensações.

Os transtornos mentais já estão aí e as pessoas não percebem. Só sabem que, diante de um tempo livre, ficam aterrorizadas. Viver velozmente vicia e a vida vai perdendo o significado. A utilização exagerada do carro é ao mesmo tempo um reflexo desse comportamento, como também um agravante para o quadro.
Se você é daqueles que querem se livrar da sensação de vazio quando dá uma parada para descansar, se precisa recuperar suas relações ou se simplesmente almeja encontrar um novo significado da sua vida, experimente retornar à vida simples. Deixe o carro na garagem e passe a utilizar mais a bicicleta. Saboreie e simplicidade.

Modificando a visão do que é “ter posses”
Desde que o ser humano deixou de ser nômade, há dez mil anos, com a invenção da agricultura, o conceito de posse fez-se raiz da evolução e das tragédias humanas. A posse de dinheiro, metais preciosos, boas vestes, carros e celulares de última geração simboliza poder. Portanto, cuidado com o que sonha ter. Certifique-se de que no pódio final de seus sonhos tenha lugar para mais de um.
As relações são fragilizadas à medida que se dá valor demasiado às posses, à aparência e à fama. Não se compra a “felicidade” da festa pagando caro pela roupa. Você é merecedor(a), mas nunca perca de vista a liberdade da alma em relação aos bens materiais.
Bicicleta é sinônimo de simplicidade. Não tem preferência de classe social. Pedalar é conquistar a liberdade para ir aonde o carro não pode ir: paz de espírito, simplicidade, boa forma, preservação da natureza.

Pobre é quem muito deseja
A suprema conquista não vem da ambição, mas da liberdade e da paz espiritual, obtidas justamente no abandono de alguns desejos. O desejo é inimigo do sossego, afirmava Epicuro de Samos, que viveu de 341 a 270 a.C. O sempre inspirador Sêneca nunca foi tão atual. Para ele, pobreza não é ter pouco, mas desejar muito.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Pedalar é um modo saudável, limpo, barato e divertido de ir para o trabalho

O hábito diário de pedalar, além de ser uma forma saudável e prazerosa de deslocamento urbano, traz muitas vantagens e, por isto, precisa ser adotado pelas pessoas cada vez mais, sobretudo para irem ao trabalho.

Incentivando o uso de bicicleta, um meio de transporte energeticamente eficiente, econômico e não-poluente, buscamos soluções para ajudar a mobilidade das pessoas e viabilizar cidades mais humanas e com maior qualidade de vida.



Por que pedalar para o trabalho?

Tempo
Quem pedala para o trabalho descobre que economiza tempo. Pode  até ser mais rápido do que ir de carro. Além disso, o uso da bicicleta evita perder tempo preso no trânsito e à procura de vaga para estacionar. Como pedalar é um ótimo exercício, diminui a necessidade de se ter mais espaço na agenda diária para freqüentar uma  academia, por exemplo.

Economia
Após o investimento inicial na compra da bicicleta e dos equipamentos  (tranca, capacete, luvas), pedalar passa a ser o modo mais barato  transporte na cidade. Além da economia de combustível, a manutenção de rotina custa muito menos que os gastos com um automóvel. E você mesmo pode aprender a dar conta de boa parte desta manutenção.

Boa forma e saúde
Exercitar-se é saudável - pergunte ao seu médico. Pedalar pode ser um ótimo exercício cardiovascular, além de proporcionar benefícios para a circulação e o tônus muscular de suas pernas. Andar de bicicleta é uma atividade física de baixo impacto, o que significa um bom exercício com baixo risco de lesões.
Incluir exercícios em sua rotina diária o colocará em forma de modo mais fácil e prazeroso.

Bem-estar mental
Pedalar é diversão! Andando de bicicleta o sangue é melhor bombeado para o cérebro. Ao chegar ao trabalho, uma sensação de paz e tranqüilidade invade sua mente. E a endorfina atuando muito mais enquanto você se exercita.

O argumento ecológico
Bicicletas não utilizam combustíveis fosseis, não aumentam o efeito estufa, não emitem poluentes como monóxido de carbono, não contribuem para os altos índices de problemas respiratórios e não poluem as águas. O combustível? É aquilo que você come no café da manhã. Com a matéria-prima necessária para fabricar apenas um carro, podem ser produzidas várias bicicletas.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Alguns benefícios do uso da bicicleta

A maioria das pessoas estranha quem troca o carro pela bicicleta. Para muitos, parece irreal, excêntrico ou coisa de atleta. Alguns até chegam a ver uma ou outra vantagem, mas não colocam em prática. Talvez o fizessem se conhecessem todas as vantagens de usar a bicicleta como meio de transporte em vez do carro particular ou do transporte público.


 
Emagrece
Andar de bike é um exercício aeróbico e queima calorias. O valor varia de acordo com o peso, a altura, a idade e o ritmo de cada pessoa. As calorias consumidas em uma hora de pedalada variam de 236 a 1380. Mas a média é de 400 a 500 calorias por hora.

Aumenta o fôlego
Quando você mexe o corpo, todo o organismo, especialmente os músculos, pede por oxigênio, que é o catalisador que transforma a glicose em energia. Aí os pulmões são obrigados a trabalhar mais rápido para garantir o suprimento dessa substância e a expulsão do gás carbônico. Quem pedala habitua os pulmões a essa sobrecarga.

Deixa as pernas torneadas
A musculatura dessa região é bem solicitada durante a pedalada. Resultado: coxas firmes e panturrilhas trabalhadas. O aumento de massa muscular, no entanto, é discreto – nada que se iguale a um treino de musculação. Mas como andar de bike também queima o excesso de gordura, a definição fica evidente.

Exercita a cabeça
O momento em que você está em cima da bike é aquele em que as grandes idéias surgem. Esse fato tem tudo a ver com o exercício. Fazer uma atividade aeróbica regular gera uma melhora significativa da memória e de outras habilidades mentais. Porém, isso regride quando você pára de se exercitar.

Economiza dinheiro
Ao trocar o carro pela bike, você deixa de gastar com combustível. Além disso, estacionamento, flanelinha, seguro, IPVA, troca de óleo, mecânico, funilaria, retoque na pintura… Tudo isso fica para trás. E as peças e eventuais reparos de uma bicicleta têm custo muito baixo, principalmente se comparados com os de um automóvel. O investimento para adquirir o veículo também é muitíssimo menor.

Alivia o stress
Como qualquer outro exercício, pedalar estimula a produção de endorfina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar. Ou seja: ao final da pedalada, você vai ganhar uma tremenda disposição para enfrentar o dia-a-dia.

Menos stress no trajeto
Um sinal que abre e fecha três vezes, vinte metros à sua frente, permitindo a passagem de menos de meia dúzia de carros, não há quem aguente… Mudança no humor. Além da diminuição do stress relacionado ao trânsito, as endorfinas liberadas pelo exercício contribuem para um relaxamento muscular e mental que faz os praticantes de atividade física regular verem a vida com outros olhos.

Ajuda a salvar o planeta
Um dos gases responsáveis pelo efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2). E a maior parte dele vem da queima de combustíveis. Esse gás, quando presente na atmosfera, forma uma barreira, impedindo que a radiação solar refletida pela superfície da Terra volte para o espaço – criando, assim, o efeito de uma estufa. Com isso, as temperaturas do ar, dos oceanos e dos lagos aumentam e as funções dos ecossistemas começam a mudar. Segundo especialistas, já existe um volume de CO2 na atmosfera que vai afetar a nossa vida por mais de 100 anos. Ao andar de bike, você não lança dióxido de carbono, ajudando a reduzir as concentrações do gás e deixando o planeta menos poluído.

Previne doenças
Saúde e vida longa: Se pesquisar a respeito das vantagens de praticar um esporte regularmente, vai perder alguns dias de tantos estudos que existem… Quem pedala mantém o organismo ativo e não deixa que vários mecanismos enferrujem. Você fica resistente a várias doenças, como osteoporose e problemas cardíacos.
A atividade física regular previne doenças cardíacas e AVCs, hipertensão, ajuda a controlar o diabetes, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a ocorrência de doenças crônicas, faz bem para a saúde do idoso e aumenta o tempo de vida. Os resultados físicos são visíveis. Há aumento de massa muscular, queima de calorias e melhoria da capacidade respiratória. É uma academia ao ar livre, mais prazerosa e sem a sensação que muitas pessoas têm em relação a atividades físicas, quando elas são realizadas apenas com o objetivo de perder peso ou melhorar a aparência.  A utilização da bicicleta como meio de transporte não é um compromisso a mais para encaixar na agenda: passa a fazer parte da sua rotina, ocupando um tempo que antes era improdutivo e estressante.

Dribla os congestionamentos
A bicicleta é o segundo meio de transporte mais rápido nas grandes cidades na hora do rush, perdendo apenas para a moto (dependendo da cidade). Mas é preciso ficar atento às normas de segurança para circular no meio do trânsito. Economia de tempo
Os Desafios Intermodais realizados em várias cidades do país comprovam que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nas grandes cidades nos horários de pico.

Facilita conhecer a cidade
Preso dentro do carro, você nem imagina quanta coisa bacana é possível encontrar nas ruas e avenidas da região onde mora. Sentado na bicicleta, além de sentir aquele vento gostoso no rosto, que dá sensação de liberdade, seu campo de visão se amplia e você consegue visualizar melhor o ambiente.

Sensação de liberdade
Não há nada que pague passar tranquilamente de bicicleta por uma fila de carros parados, não se sentir imobilizado no trânsito, ter 360º de visão, poder olhar o chão e o céu, notar casas, pessoas, cheiros, sons, árvores e pássaros, sentir o sol na pele, o vento no rosto… Precisa mais?

Produtividade no trabalho
A produtividade no trabalho aumenta, em decorrência do melhor humor e da diminuição do stress. A cabeça tranquila permite um melhor julgamento em situações críticas.


Ajude a salvar o planeta! Viva a bicicleta!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ciclismo gera R$ 7,9 bilhões para a economia britânica

Saúde de bolso | 22/08/2011 18:02

Estudo da London School of Economics calcula o valor econômico da contribuição do ciclismo para a geração de empregos, redução dos congestionamentos e da poluição do ar

Vanessa Barbosa, de 



Adeptos das bikes somam mais de 13 milhões e cada um rende em média 230 libras esterlinas
São Paulo – Depois de Barcelona descobrir que o uso das bicicletas ajuda a reduzir em 24% as mortes na cidade, salvando 12 vidas por ano, agora é o Reino Unido quem resolveu avaliar os impactos das magrelas. O resultado surpreende. Segundo estudo da renomada London School of Economics (LSE), a prática do ciclismo rendeu para a economia britânica 2,9 bilhões de libras esterlinas, cerca de 7,9 bilhões de reais.
Lançado nesta segunda, o relatório “The British Cycling Economy” leva em conta não apenas os velhos e bons conhecidos efeitos benéficos das magrelas para a saúde de seus adeptos e para melhoria da qualidade do ar, mas também toda a cadeia envolvida no setor de bicicletas – dos fabricantes à venda de equipamentos e empregos gerados no ramo.

Em números gerais, os 23 mil empregados do setor renderam ao governo em, 2010, pelo menos 100 milhões de libras na forma de impostos. Enquanto a venda de bikes chegou a 3,7 milhões, 28% a mais que no ano anterior, somando 1,62 bilhões de libras. Já equipamentos e acessórios geraram 853 milhões para a economia. No campo de ganhos ambientais, com um aumento de 20% no setor até 2015, a economia britânica conseguiria em bolsar mais 207 milhões de libras em termos de redução dos congestionamentos e outros 71 milhões pela redução dos níveis de poluição do ar.
O estudo também quantifica os efeitos positivos das magrelas para a saúde. Aqueles que andam de bicicleta com frequência ficam doentes apenas 7,4 dias por ano, contra os 8,7 dias em que caem enfermos os não adeptos da prática. Só com essa diferença, os ciclistas economizam ao sistema público de saúde britânico quase 128 milhões de libras ao ano.
De acordo com o relatório, o boom do ciclismo no Reino Unido é estimulado pelo incremento do número de ciclovias, pela instalação de sistemas públicos de aluguel de bikes e, claro, pela aproximação das Olimpíadas 2012. Hoje, o ciclismo britânico conta com mais de 13 milhões de adeptos, um número nada desprezível. E cada pessoa contribui em média com 230 libras esterlinas anualmente. A título de comparação, há um ano, segundo Pesquisa Dia Mundial Sem Carro, realizada pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo, apenas 227 mil pessoas se locomoviam em bicicletas pela maior cidade do Brasil.

Excesso de veículos causa problemas físicos e mentais


09/10/2011 | 00:11 | Cíntia Junges, especial para a Gazeta do Povo  
As horas passadas em meio a congestionamentos e situações estressantes do trânsito custam caro à saúde, afirma Dirceu Rodrigues Alves, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). Entre uma lista extensa de problemas associados à permanência excessiva no trânsito, ele destaca o desgaste físico e mental, o barulho constante e os problemas respiratórios causados pela poluição. “Duas horas no trânsito inalando os gases tóxicos liberados pelos veículos equivalem ao consumo de três a quatro cigarros por dia”, alerta.
Os efeitos do excesso de veículos em Curitiba também já são sentidos no consultório da psicóloga Neuza Corassa, do Centro de Psicologia Especializado em Medos (CPEM). “Atendo pessoas naturalmente ansiosas e mais preocupadas com o coletivo, que já acordaram para o problema e estão buscando novas alternativas de locomoção”. No entanto, observa a psicóloga, essas pessoas ainda são minoria diante das que utilizam o carro.
“Adoraria não depender diariamente do carro”, diz o engenheiro civil Eduardo Felipe Nazareno Marques, de 26 anos. Acostumado a trabalhar em casa, ele confessa que sofreu um choque quando, por motivos de trabalho, se viu obri­­gado a encarar novamente o trânsito da capital, no ano passado. (CJ)

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/retratosparana/conteudo.phtml?id=1178266

Onde as bicicletas dominam a paisagem